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O sonho de fazer a faculdade nos Estados Unidos

quinta-feira, 12 de março de 2015

Em 2013, Caio Henrique Silveira escolheu com firmeza seu objetivo: estudar Engenharia Aeroespacial em uma conceituada universidade nos EUA. Naquele ano, se inscreveu para 8 universidades americanas. Em janeiro do ano seguinte, quatro universidades dos Estados Unidos o convidaram para a graduação. Entre elas, a Florida Institute of Technology. Um dos desafios foi conseguir os recursos para pagar seus estudos nos EUA, mas ele criou um site de arrecadação que tem ajudado a juntar o dinheiro necessário. O caminho não está no fim, mas Caio já sabe quais foram os passos trilhados e os que ele ainda precisa trilhar. Ser proficiente em inglês, comprovadamente pelo exame de Michigan, abriu muitas portas. “Só de você ter aquele certificado da Universidade de Michigan dizendo que você tem aquela proficiência abre muitas oportunidades no mercado de trabalho”, relata. “Eu vi empresas brigando para me contratar”, complementa o estudante. Segundo Rodrigo Santana, Gerente de Expansão do CCBEU Goiânia, os exames de Michigan são divididos em duas “categorias”: o ECCE, que atesta a competência em inglês e o ECPE, que atesta a proficiência com o idioma. “O CCBEU Goiânia consegue mais de 90% de aprovações dos alunos nos exames de Michigan. A importância acadêmica e profissional desses certificados é imensurável, como é possível ver pela trajetória do Caio Henrique”, ressalta o porta-voz do CCBEU, única instituição de ensino da língua inglesa reconhecida oficialmente pelo governo americano no Estado de Goiás.

Os britânicos não gostam de reclamar

Você reclama muito? Saiba que os britânicos não! Quer dizer, ao menos disfarçam muito bem... Para ser um verdadeiro britânico (true Brit) ou simplesmente passar despercebido pelas terras da rainha é preciso ser discreto! Os britânicos odeiam “people who make a fuss” (pessoas que fazem cenas) – o que é engraçado considerando “the young night life in Britain” (a vida noturna dos jovens na Grã Bretanha). Um exemplo claro de “making a fuss” é: “complaining about service” (reclamar de um serviço). É sério caro leitor, não tente isso lá. “Note”: “To complain about the weather is not really complaining”. Reclamar do tempo não é reclamar de verdade. Reclamar é algo levado a sério. “The true Brit does not do this” (o verdadeiro Brit não faz isso). No máximo “they write to the local newspaper” (eles escrevem para o jornal local). Ele pensa: “Think for a moment, would you like to do their job?” (Pense por um instante, você gostaria de fazer o trabalho deles?) ou “Who knows what disappointments or secret sadness their hearts might contain? ” (quem sabe quais decepções ou tristezas secretas os corações deles podem conter?) Os britânicos são assim! Dizem “sorry” (desculpe) se quase esbarram em você na rua, te tratam por “my dear” ou “my darling” (querido, querida), sem ao menos te conhecer e, para eles, tudo “is just lovely” (está adorável) ou “brilliant” (brilhante/excelente)... não em assuntos de futebol. Fonte: Universia

Teste de Cambridge será obrigatória para professores em Portugal

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Se, no ano passado, a avaliação dos exames de inglês de Cambridge foi feita voluntariamente, este ano vai ser obrigatória para professores em Portugal. Hélder Sousa, presidente do IAVE – Instituto de Avaliação Educativa, declara que “desta vez, vamos fazer com que a classificação seja executada exatamente nos mesmos moldes em que é executada para qualquer exame nacional, ou seja, através de despacho, todas as tarefas inerentes à classificação passam a ser obrigatórias.” Este responsável admite que a medida poderá causar contestação, mas está confiante que acabará por ser aceite: “A percepção que tenho é que, como em tudo na vida, como em tudo o que implica mudança, há um impacto inicial que gera muito ruído e, depois, esse ruído vai tendencialmente diminuindo”, nota Hélder Sousa. “Com a falta de classificadores no ano passado, houve uma sobrecarga brutal sobre aqueles que efetivamente acabaram por dar a cara pelo projeto”, recorda. O protocolo que foi estabelecido com Cambridge também vai ser revisto. A ideia inicial era aplicar, durante três anos, o teste Key for Schools, o que foi feito no ano passado. Mas já no ano passado foi anunciado que este ano o teste iria ser o Preliminary, um nível mais exigente. “Como percebemos que não se podia ficar a marcar passo, vamos renovar o protocolo”, explica o responsável do IAVE. O protocolo, novamente de três anos, substituirá o anterior, uma vez que “o sistema” e o próprio IAVE não têm capacidade logística para garantir a realização dos dois testes ao mesmo tempo. Não está afastada a hipótese de, no terceiro ano, se fazer um teste ainda mais avançado, o First Certificate for Schools, no final do ensino secundário. “Se as coisas correrem positivamente, penso que há condições e que o país tinha muito a ganhar com isso”, defende o presidente do IAVE, que está também a desenvolver um estudo sobre o impacto financeiro para Portugal de haver uma parte da população com esta certificação internacional. “No México, há um projecto que também está muito vocacionado para o [ensino] secundário. Eles fizeram um estudo econômico, prospectivo, chegando à conclusão de que, a partir de um determinado limiar de população estudantil com um nível de certificação, tal poderia ter um impacto até 2,7% de aumento do Produto Interno Bruto, no sector dos serviços.” Hélder Sousa acrescenta: “Do ponto de vista dos negócios, eles estimavam grosso modo que, se 40% da população estudantil do ensino secundário, quando ingressasse no mercado de trabalho, levasse na carteira um First Certificate, isso teria um impacto a curto prazo na economia desta ordem de grandeza.”

Erros que são permitidos ao se falar inglês

A língua falada nem sempre segue esses padrões gramaticais da língua escrita. Afinal, a fala não é rígida: aos poucos, sofre mudanças estruturais com base na maneira como as pessoas falam. Por isso, há alguns erros sintáticos que os próprios nativos cometem ao falar o inglês. Embora irritem os mais rígidos linguistas, eles não serão mal-vistos pelos amigos que você fará durante sua viagem. Confira: 1 – Terminar a frase com uma preposição Não usar preposições neste local da frase teve origem no século XVIII, quando os falantes do inglês ainda tentavam seguir o padrão do latim clássico. Contudo, de lá para cá muita coisa foi alterada e os termos "with, across e for" já são colocados no final das sentenças. Portanto, não se preocupe se você falar algo como "to start with" para concluir sua oração, você não está sozinho: essa expressão, assim como muitas outras que burlam esta regra, aparece na boca de atores em filmes e seriados. 2 – Começar a frase com uma conjunção Iniciar sua fala usando uma das palavras do acrônimo FANBOYS, isto é, For-And-Nor-But-Or-Yet-So, é considerado por muitos estudiosos como algo inadequado. As pessoas já criaram o hábito de fazer isso, usando frases como and why not. Ou seja, ninguém irá de julgar se você o fizer também. 3 – Usar o termo "while" quando se quer dizer "though" Teoricamente, while é um termo relativo à noção de tempo e, por isso, não poderia ser usado quando o falante quer dar o sentido de oposição, como a palavra though. Porém, dizer while I agree, I resist dá a entender o mesmo que though I agree, I resist. Então, por que limitar os usos da língua? 4 – Usar data quando a intenção é expressar algo no singular O singular da palavra data é datum. Mas, numa situação cotidiana, ela soa arrogante e, por isso, são poucas as pessoas que a utiliza. Logo, não se sinta hesitante em aposentar esse termo.

China amplia ensino para 64 línguas estrangeiras

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

A China planeja instalar novos cursos de 30 idiomas até 2020, em uma ação para cobrir todos os idiomas falados nos países que estabeleceram relações diplomáticas com a China, disse no sábado um especialista em idioma. Reitor da Universidade dos Estudos Estrangeiros de Beijing (BFSU, na sigla em inglês), Peng Long, disse que a China estabeleceu relações diplomáticas com cerca de 200 países e agora fornece 64 programas de estudos de idiomas estrangeiros em um simpósio sobre desenvolvimento estratégico de idiomas não comuns. Os cursos recentemente desenvolvidos incluirão os idiomas falados no Azerbaijão, Geórgia e também Bielorrússia, acrescentou Peng. O simpósio foi assistido por professores da universidade e funcionários do Ministério da Educação.

Idiomas podem ser aprendidos em qualquer idade

As pessoas estão aptas a aprender em qualquer idade, dizem especialistas, embora a sabedoria convencional indique que nós aprendemos mais quando criança. Os adultos podem demorar mais, mas se estiverem dispostos a dedicar o seu tempo, podem aprender tudo o que nós achamos que só pode ser aprendido antes da idade adulta, inclusive idiomas. A plasticidade do cérebro — o fortalecimento e enfraquecimento das conexões e a criação de novas conexões, que mudam as formas como o cérebro é interligado à medida que aprendemos coisas novas — é mais elevada até cerca de 20 anos, quando o cérebro ainda está se desenvolvendo. Com a idade, começamos a equilibrar a capacidade de adquirir novos conhecimentos com a habilidade de armazenar o que já aprendemos. Há muito que se admirar na forma como as crianças aprendem, com a mente aberta e sem se preocupar em errar. Os adultos, pelo contrário, frequentemente pensam muito no que querem aprender antes de tentar. Toda essa reflexão não é totalmente negativa, diz Ken Paller, diretor do Programa de Neurociência Cognitiva da Universidade Northwestern. Os adultos podem entender melhor tudo o que uma tarefa envolve e são capazes de “pensar profundamente sobre o que estão fazendo errado”, diz Paller. Encontrar tempo é um desafio. Para muitos, o obstáculo psicológico mais difícil no aprendizado é superar o medo de parecer pouco inteligente.

Cresce o número de brasileiros na Austrália

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Nos últimos doze meses, até setembro deste ano, a Austrália recebeu 42 mil brasileiros, um aumento de 22% em relação ao mesmo período de 2013. Segundo Jane Whitehead, vice-presidente para as Américas do escritório de Turismo da Austrália, o Brasil é um dos países que apresentam maior poder de crescimento para a Austrália. "Queremos continuar com esse forte crescimento. O Brasil é um mercado muito importante para nós. No ano passado, os brasileiros gastaram, por ano, cerca de US$ 270 milhões. Entre setembro de 2013 a setembro deste ano o valor cresceu 18%, passando para US$ 326 milhões. Nossa meta é que os números tripliquem até 2020", destacou a vice-presidente. De acordo com Whitehead, os brasileiros passam cerca de três semanas no destino. "O público principal são jovens, famílias jovens e mochileiros, que buscam um turismo de aventura e experiências únicas que a Austrália pode oferecer. Entretanto também contamos com um forte turismo de luxo. Ou seja, a pessoa pode fazer caminhadas, surf, escaladas e no final do dia aproveitar uma boa refeição e descansar em um hotel com uma vista espetacular", afirma. Para a vice-presidente, a Austrália é um destino de aventura, porém com opções são infinitas de atividades, desde surf, stand-up paddle, caminhadas, turismo de contemplação, até acampamento de luxo, bangee jumping, compras e convivência com animais selvagens únicos da Austrália, como os tradicionais cangurus. "Também estamos investindo muito em eventos gastronômicos e de vinhos, com destaque para as cidades de Melbourne e para a Tasmânia. A Austrália tem muitos chefes renomados, famosos por inovarem na culinária", destacou. Inclusive, o país é responsável pelo surgimento de alguns dos programas culinários mais em voga do momento: o Master Chef e o Junior Master Chef. Fonte: Mercados e Eventos